"O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos."
( Rubem Alves )

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Escola é

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 Escola é

... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.
(Paulo Freire)

quarta-feira, agosto 19, 2015


Etama, a Terra

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terça-feira, agosto 18, 2015


Moleque Proparoxítono

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MOLEQUE PROPAROXÍTONO                                             

Lá vai ele, muito rápido,
Quase sempre um relâmpago.
Lógico!
Muito lúcido,
Sua mente gira
Como uma hélice.
Ele é muito prático
E sua vida é mágica.
Esse menino, quase sempre
Da fila o antepenúltimo,
É, sem dúvida,
O tal
Do
Moleque proparoxítono
       (Marciano Vasques)

1.  O texto descreve o moleque paroxítono. Como ele é?

2.  Pense nas características do moleque e no que você aprendeu sobre as palavras proparoxítonas e responda: Por que o menino do poema era conhecido como moleque proparoxítono?

3.  Algumas palavras da língua portuguesa apresentam, na escrita acento gráfico. Os acentos mais importantes são o acento circunflexo (^) e o acento agudo (´).
a.  Copie do poema todas as palavras proparoxítonas que apresentam acento gráfico.

b.  Algumas dessas palavras deixou de receber acento?
c.   Concluindo; Qual é a regra de acentuação das palavras proparoxítonas?


Pontuação - atividades

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     1.   No poema, os sinais de pontuação se reuniram para decidir qual deles é o mais importante. O primeiro a chegar foi o Ponto de Exclamação, que disse quatro frases.
a.   Dessas frases, qual delas mostra entusiasmo e alegria?

b.   Qual delas demonstra susto?

c.   E raiva?

d.   Que sentimentos o Ponto de Exclamação indica nestas duas frases?



 
_ Ai! Não me belisque!          




 
_ Oh! Que bela manhã de agosto!  

e.   Concluindo: nas frases o Ponto de Exclamação indica:


     2.   No poema, o Ponto de Interrogação entrou rebolando.

a.   Que costume desse sinal comprova que ele é intrometido e curioso?

b.   Quando é empregado o Ponto de Interrogação?

    3.   Na 4ª estrofe do poema, observe as situações em que foram empregadas as Vírgulas:

“E vêm as Vírgulas dengosas,           

Muito falantes, muito prosas,           
E anunciam:                                            
_ Nós meninas”             

                   
  a. Por que foram empregadas as Vírgulas depois de dengosas falantes?
 b. Como, no poema as vírgulas se definem?

 





     4. Leia as frases a seguir e observe o emprego das Reticências:


_ Não sei... será que ele vem mesmo?        
_ Eu não queria discutir, mas é que...       

 Para que servem as reticências?


    5.   No poema, o Dois-Pontos se acha o mais importante dos sinais por que separa a ação e a enumeração. Observe o emprego de dois-pontos depois da forma  verbal protestou. Além de  introduzir uma explicação, um esclarecimento e uma enumeração, para que mais é usado os dois-pontos?




    6.   O Ponto, no poema, põe fim a discussão, dizendo:

_ Importante é o meu sinal.       
Basta. Fim. PONTO FINAL.        

   a. Em que situações empregamos o ponto?               
            
  b. Por que a autora deixou para falar do ponto no fim do poema?